Infraestrutura e cultura: primeiro identifique o tipo de referência
Os itens 13 a 15 do edital juntam dois campos diferentes. Malha viária, portos e aeroportos descrevem infraestrutura física de circulação; cultura maranhense descreve práticas, bens, repertórios e formas de reconhecimento cultural.
Uma questão costuma ficar mais simples quando você pergunta primeiro:
- estou diante de uma via, corredor ou instalação de transporte?;
- ou de uma manifestação, bem cultural, obra, tradição ou reconhecimento patrimonial?
Essa separação evita trocas frequentes: ferrovia não é porto; terminal privado não é o Porto do Itaqui; código de aeroporto não é nome de operador; tombamento não é registro; e uma manifestação cultural não se reduz a um município, personagem ou data.
Parte I — Malha viária, portos e aeroportos
1. Malha viária: rede, situação e conexão
A malha viária deve ser lida como uma rede de eixos e conexões. No plano rodoviário federal, o SNV organiza o cadastro e o DNIT é referência para os trechos sob sua esfera de atuação.
Três conceitos precisam ficar separados:
- jurisdição: indica a qual ente a via pertence juridicamente;
- administração: indica quem responde pelo trecho no recorte considerado;
- concessão: transfere contratualmente exploração e obrigações, sem mudar por si só a jurisdição.
Também não confunda situação física da rodovia:
| Situação | O que permite concluir |
|---|---|
| planejada | integra o planejamento/cadastro; não prova via aberta |
| implantada | foi fisicamente aberta; não prova pavimentação |
| pavimentada | possui pavimento cadastrado; não prova duplicação ou bom estado |
| duplicada | possui pistas separadas conforme a classificação adotada |
Extensão do eixo é comprimento linear. Não equivale automaticamente a quilômetros-pista. Se dois números rodoviários compartilham o mesmo segmento, há trecho coincidente; somá-lo duas vezes produz dupla contagem física.
2. Sete rodovias federais que estruturam o Maranhão
Em janeiro de 2026, o DNIT relacionou sete rodovias federais no Maranhão. Associe o número ao corredor, não a uma lista isolada:
| Eixo | Associação territorial útil |
|---|---|
| BR-010 | Açailândia → Imperatriz → Estreito |
| BR-135 | ilha de São Luís → continente → interior |
| BR-222 | Chapadinha → Santa Inês → Açailândia |
| BR-226 | Timon → Presidente Dutra → Grajaú → Porto Franco |
| BR-230 | Transamazônica no sul maranhense |
| BR-316 | Santa Inês → Bacabal → Caxias → Teresina |
| BR-402 | Bacabeira → região de Barreirinhas e Lençóis Maranhenses |
A lista representa eixos federais, não a totalidade da malha estadual e municipal. O mapa de manutenção do DNIT de fevereiro de 2026 registrava 3.512,2 quilômetros como total de sua malha no Maranhão; esse número não deve ser convertido em “toda a malha rodoviária do estado”.
3. Ferrovias: conexão não apaga identidade
Três sistemas ajudam a organizar o mapa logístico maranhense:
| Sistema | Identificação | Associação principal |
|---|---|---|
| EFC | EF-315; Vale | Carajás → Maranhão → Terminal Marítimo de Ponta da Madeira |
| FNS | EF-151; subconcessão ligada à VLI | conecta-se à EFC em Açailândia |
| FTL | EF-116 | inclui a ligação São Luís–Teresina |
A ANTT registra 996,7 quilômetros para a concessão da EFC, abrangendo Pará e Maranhão; 744,5 quilômetros para a FNS, abrangendo Maranhão e Tocantins; e 4.295,1 quilômetros para a FTL em sete estados.
Pegadinha: extensão de concessão multiestadual não é extensão exclusivamente maranhense.
A conexão essencial é FNS → Açailândia → EFC → Ponta da Madeira. Isso descreve integração de infraestruturas, não uma única ferrovia.
4. Portos: proximidade geográfica não significa identidade jurídica
Na zona portuária de São Luís, três nomes aparecem com frequência:
| Instalação | Natureza e associação |
|---|---|
| Porto do Itaqui | porto organizado público, administrado pela EMAP por delegação federal; multipropósito |
| Terminal Marítimo de Ponta da Madeira | TUP da Vale, integrado ao corredor da EFC |
| Terminal Portuário da Alumar | TUP ligado à cadeia de bauxita, alumina e alumínio |
A Lei nº 12.815/2013 ajuda a distinguir as categorias:
- porto organizado é bem público delimitado e administrado por autoridade portuária;
- arrendamento explora área pública situada dentro do porto organizado;
- TUP é instalação explorada por autorização fora da área do porto organizado.
Assim, Ponta da Madeira e Alumar não se tornam “partes do Itaqui” apenas por integrarem o mesmo espaço logístico de São Luís. O termo complexo portuário é um agregado geográfico/logístico, não uma quarta instalação.
Outra regra de prova é separar origem da carga de local de embarque. Uma mercadoria produzida fora do Maranhão pode atravessar o estado e ser embarcada em São Luís; isso demonstra participação maranhense no corredor logístico, não origem produtiva local.
5. Aeroportos: instalação, código e operador
A ANAC define aeródromo como área destinada a pouso, decolagem e movimentação de aeronaves. Aeroporto é aeródromo público dotado de instalações e facilidades de apoio às operações, passageiros ou cargas.
Os dois aeroportos de maior referência no estado são:
| Cidade | Aeroporto | IATA | ICAO | Cadastro ANAC |
|---|---|---|---|---|
| São Luís | Marechal Cunha Machado | SLZ | SBSL | MA0001 |
| Imperatriz | Prefeito Renato Moreira | IMP | SBIZ | MA0002 |
Não misture famílias de identificadores: SLZ/IMP são códigos IATA; SBSL/SBIZ são códigos ICAO; MA0001/MA0002 são identificadores cadastrais da ANAC.
Antes do corte do edital, documentos da ANAC identificavam a Concessionária do Bloco Central S.A. como responsável pela exploração dos aeroportos de São Luís e Imperatriz. Mudanças empresariais posteriores a 13 de julho de 2026 não são usadas aqui como estado factual do recorte da prova.
Parte II — Cultura maranhense
6. Cultura viva: natureza da prática antes do nome
A cultura maranhense reúne matrizes indígenas, africanas, afrodescendentes e europeias em processos de conflito, resistência, negociação e recriação. Por isso, tradição não significa cópia imóvel do passado.
Para reconhecer uma referência cultural, pergunte:
- é celebração, dança, religião, música, literatura ou patrimônio material?;
- quais são seus gestos, instrumentos, personagens ou repertórios?;
- a que territórios e comunidades se associa, sem transformar associação em exclusividade?;
- que tipo de reconhecimento recebeu?
7. Bumba Meu Boi: ciclo e sotaques
O Complexo Cultural do Bumba Meu Boi do Maranhão articula festa, música, dança, teatro popular, religiosidade, artesanato e trabalho comunitário.
Um mapa útil do ciclo é:
ensaios → batismo → brincadas → morte do boi
O calendário varia entre grupos. No enredo difundido, Mãe Catirina deseja a língua do boi e Pai Francisco ou Chico provoca a crise ao matar o animal; versões do auto podem alterar ou suprimir partes dessa narrativa.
No boi, sotaque é modo de brincar — musicalidade, instrumentos, coreografia e indumentária —, não pronúncia. A classificação didática mais conhecida reúne:
| Sotaque | Marca recorrente |
|---|---|
| Matraca ou da Ilha | matracas, pandeirões e tambor-onça |
| Zabumba | forte percussão; associação com Guimarães e litoral ocidental |
| Baixada ou Pindaré | andamento mais cadenciado e presença marcante do Cazumbá |
| Costa de Mão | pandeiros tocados com as costas das mãos; associação com Cururupu |
| Orquestra | sopros e cordas combinados à percussão |
Os cinco sotaques organizam o estudo, mas não esgotam variações locais.
8. Crioula, Mina e Terecô: três naturezas distintas
O nome “tambor” não torna as práticas equivalentes.
- Tambor de Crioula: forma de expressão afro-brasileira dançada em roda; reúne coreiras, canto, três tambores tradicionais e punga.
- Tambor de Mina: religião afro-brasileira com casas e tradições próprias; podem aparecer voduns, orixás, encantados e caboclos.
- Terecô: tradição religiosa especialmente ligada a Codó e aos Cocais, com forte presença da encantaria; dialoga historicamente com outras tradições, mas não é simples sinônimo de Tambor de Mina.
A Casa das Minas é referência da tradição jeje; a Casa de Nagô é outra casa matriz, não uma filial.
9. Divino, Cacuriá, carnaval e reggae
A Festa do Divino Espírito Santo tem em Alcântara uma referência marcante, mas não exclusiva. Corte simbólica, bandeira, mastro, promessas e as caixeiras, responsáveis por repertórios rituais nas caixas, ajudam a reconhecê-la.
O Cacuriá consolidou-se como dança autônoma a partir de momentos recreativos historicamente associados às festas do Divino. Dona Teté teve papel decisivo em sua popularização; isso não transforma a prática coletiva em invenção individual.
No carnaval de São Luís, o fofão é personagem mascarado de roupa volumosa e colorida. Não o confunda com o Cazumbá, fortemente associado ao Bumba Meu Boi da Baixada.
O reggae ganhou circuito local forte em São Luís, com radiolas, clubes, selecionadores e dança em pares. A Lei nº 14.668/2023 concedeu ao município o título de Capital Nacional do Reggae. É título legal brasileiro; não equivale a registro do Iphan nem a inscrição da UNESCO.
10. Patrimônio: tombamento, registro e inscrição não são sinônimos
Quatro mecanismos devem permanecer separados:
- tombamento: proteção de patrimônio material;
- registro: reconhecimento de bem cultural imaterial e base para ações de salvaguarda;
- inscrição pela UNESCO: reconhecimento internacional próprio;
- título legal: decorre de lei e não se converte automaticamente em tombamento ou registro.
Marcos de alto rendimento:
| Referência | Marco |
|---|---|
| Alcântara | conjunto arquitetônico e urbanístico tombado pelo Iphan em 1948 |
| Centro Histórico de São Luís | tombamento federal em 1974; inscrição na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO em 1997 |
| Tambor de Crioula | registro pelo Iphan em 2007; revalidação em 2021 |
| Bumba Meu Boi | registro pelo Iphan em 2011; inscrição pela UNESCO em 2019; revalidação nacional em 2025 |
A inscrição do Centro Histórico de São Luís em 1997 utiliza os critérios (iii), (iv) e (v) e reconhece, entre outros aspectos, o tecido urbano e a adaptação da cidade colonial portuguesa às condições equatoriais. Alcântara possui tombamento federal próprio, mas não é um sítio autônomo inscrito na Lista do Patrimônio Mundial.
11. Literatura, música, culinária e artesanato
Associe alguns nomes a contribuições, não a uma lista sem contexto:
- Gonçalves Dias: Romantismo e indianismo; “Canção do Exílio”, “I-Juca-Pirama” e Os Timbiras;
- Maria Firmina dos Reis: Úrsula (1859), autoria feminina negra e perspectiva antiescravista;
- Sousândrade: O Guesa e experimentação de linguagem;
- Aluísio Azevedo: Naturalismo; O Mulato e O Cortiço;
- Artur Azevedo: teatro e comédia de costumes;
- Josué Montello: Os Tambores de São Luís;
- Ferreira Gullar: poesia, crítica e participação no neoconcretismo;
- João do Vale: “Carcará”; Alcione: samba; Tribo de Jah: reggae.
Na culinária e nos saberes técnicos, reconheça:
- arroz de cuxá: associado a vinagreira, camarão seco e gergelim, com variações;
- juçara: denominação local ligada ao fruto e à preparação de açaí;
- tiquira: destilado de mandioca, não de cana-de-açúcar;
- doce de espécie: forte associação com Alcântara;
- artesanato com fibras, cerâmica, rendas, bordados, máscaras e indumentária do boi.
A artista maranhense Dileusa Dinis Rodrigues (Dila) é referência de pintura voltada ao cotidiano e à vida nordestina, incluindo festas e paisagens urbanas e rurais — associação já cobrada pelo Cebraspe.
12. Método de prova
Em infraestrutura, siga tipo → localização/conexão → administração/operação → métrica → período.
Em cultura, siga natureza da prática → marca de reconhecimento → território associado → tipo de reconhecimento patrimonial.
Cinco trocas que você deve bloquear:
- BR federal ≠ administração direta obrigatória pelo DNIT;
- conexão ferroviária ≠ fusão de ferrovias;
- Porto do Itaqui ≠ Ponta da Madeira ≠ Terminal da Alumar;
- Tambor de Crioula ≠ Tambor de Mina ≠ Terecô;
- tombamento ≠ registro ≠ inscrição pela UNESCO ≠ título legal.
O recorte desta unidade é o edital da PC-MA publicado em 13 de julho de 2026. Fatos empresariais ou conjunturais posteriores são úteis para pesquisa histórica, mas não foram incorporados como estado factual do corte da prova.
Referências
Referências
Corte do edital: 13 de julho de 2026. Fontes consultadas ou revalidadas depois dessa data servem para confirmar documentos e fatos já pertinentes ao recorte; mudanças conjunturais posteriores não foram incorporadas como estado factual da prova.
Edital e recorte
- Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos. Edital nº 1 — PC-MA, Oficial Investigador de Polícia, de 13 de julho de 2026. Geografia do Maranhão, itens 13 a 15: malha viária; portos e aeroportos; cultura maranhense. Disponível em: https://cdn.cebraspe.org.br/concursos/PC_MA_26_INVESTIGADOR/arquivos/9EE70E72CE79EB274C5319BEEB5B9B7D8519FF48DA21986A0830B5DB02C4F8B0.pdf.
Malha rodoviária e ferroviária
- Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. Plano Nacional de Viação e Sistema Nacional de Viação. Cadastro e situação da malha federal. Disponível em: https://www.gov.br/dnit/pt-br/assuntos/atlas-e-mapas/pnv-e-snv.
- Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. Mapa de Manutenção Rodoviária — Maranhão, fevereiro de 2026. Total da malha administrada pelo órgão no estado e versão do Sistema Nacional de Viação utilizada. Disponível em: https://www.gov.br/dnit/pt-br/rodovias/mapa-de-gerenciamento/mapas-de-manutencao-fevereiro-2026/114-mapa_ma.pdf.
- Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. DNIT realiza vistorias de pontes no Maranhão para reforçar a segurança viária. 28 jan. 2026. Relação das sete rodovias federais do estado. Disponível em: https://www.gov.br/dnit/pt-br/assuntos/noticias/dnit-realiza-vistorias-de-pontes-no-maranhao-para-reforcar-a-seguranca-viaria.
- Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. BR-226 — Maranhão. Trechos Presidente Dutra–Grajaú–Porto Franco. Disponível em: https://www.gov.br/dnit/pt-br/assuntos/planejamento-e-pesquisa/desapropriacao-e-reassentamento/ma/br-226/br-226.
- Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. BR-402/MA: restrição de carga entre Humberto de Campos e Barreirinhas. 24 mar. 2026. Disponível em: https://www.gov.br/dnit/pt-br/central-de-conteudos/noticias-alerta-de-servicos/dnit-alerta-para-restricao-de-carga-em-pontes-na-br-402-ma.
- Agência Nacional de Transportes Terrestres. Estrada de Ferro Carajás. EF-315, Pará e Maranhão, extensão regulatória de 996,7 quilômetros. Disponível em: https://www.gov.br/antt/pt-br/assuntos/ferrovias/concessoes-ferroviarias/vale-estrada-de-ferro-carajas.
- Agência Nacional de Transportes Terrestres. Ferrovia Norte-Sul — Tramo Norte. EF-151, Maranhão e Tocantins, extensão regulatória de 744,5 quilômetros. Disponível em: https://www.gov.br/antt/pt-br/assuntos/ferrovias/concessoes-ferroviarias/ferrovia-norte-sul-tramo-norte-fnstn.
- Agência Nacional de Transportes Terrestres. Ferrovia Transnordestina Logística. EF-116, sete estados, extensão regulatória de 4.295,1 quilômetros. Disponível em: https://www.gov.br/antt/pt-br/assuntos/ferrovias/concessoes-ferroviarias/ferrovia-transnordestina-logistica-s-a/ferrovia-transnordestina-logistica-s-a-capa.
Portos e aeroportos
- Presidência da República. Lei nº 12.815/2013. Conceitos de porto organizado, arrendamento e terminal de uso privado. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2013/lei/l12815.htm.
- Empresa Maranhense de Administração Portuária. Histórico do Porto do Itaqui. Administração, conexões ferroviárias, corredor logístico e área de influência econômica. Disponível em: https://website.portodoitaqui.com/emap/historico.
- Alumar. Fact sheet. Complexo industrial e Terminal Portuário da Alumar. Disponível em: https://www.alcoa.com/brasil/pt/pdf/brasil-alumar-fact-sheet.pdf.
- Agência Nacional de Aviação Civil. Portaria nº 16.285/SIA, de 31 de janeiro de 2025. Certificação operacional do Aeroporto Marechal Cunha Machado, código ICAO SBSL e cadastro MA0001. Disponível em: https://www.anac.gov.br/assuntos/legislacao/legislacao-1/portarias/2025/portaria-16285.
- Agência Nacional de Aviação Civil. Portaria nº 17.879/SIA, de 16 de setembro de 2025. Certificação operacional do Aeroporto Prefeito Renato Moreira, código ICAO SBIZ e cadastro MA0002. Disponível em: https://www.anac.gov.br/assuntos/legislacao/legislacao-1/portarias/2025/portaria-17879.
- Agência Nacional de Aviação Civil. Documentos da concessão do Bloco Central. Identificam a Concessionária do Bloco Central S.A. e os aeroportos de São Luís e Imperatriz entre os ativos da concessão. Disponível em: https://www.gov.br/anac/pt-br/assuntos/concessoes/aeroportos-concedidos/bloco-central.
Cultura maranhense
- Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Maranhão. Patrimônio material e imaterial no estado. Disponível em: https://www.gov.br/iphan/pt-br/superintendencias/maranhao.
- Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Patrimônio Imaterial no Maranhão. Tambor de Crioula, Complexo Cultural do Bumba Meu Boi e salvaguarda. Disponível em: https://www.gov.br/iphan/pt-br/superintendencias/maranhao/patrimonio-imaterial.
- Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional — Banco de Bens Culturais Registrados. Complexo Cultural do Bumba Meu Boi do Maranhão. Registro, ciclo, personagens e diversidade dos sotaques. Disponível em: https://bcr.iphan.gov.br/bens-culturais/complexo-cultural-do-bumba-meu-boi-do-maranhao/.
- Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Termo de Averbação de Revalidação do Bumba Meu Boi. Revalidação aprovada em março de 2025 e formalizada em setembro de 2025. Disponível em: https://bcr.iphan.gov.br/wp-content/uploads/tainacan-items/65968/156180/termo_averbacao_complexo_bumba_meu_Boi_Maranhao.pdf.
- Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. Cultural Complex of Bumba-meu-boi from Maranhão. Inscrição de 2019. Disponível em: https://ich.unesco.org/en/RL/cultural-complex-of-bumba-meu-boi-from-maranhao-01510.
- Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional — Banco de Bens Culturais Registrados. Tambor de Crioula do Maranhão. Registro de 2007 e características da manifestação. Disponível em: https://bcr.iphan.gov.br/bens-culturais/tambor-de-crioula-do-maranhao/.
- Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. Historic Centre of São Luís. Inscrição de 1997 e critérios (iii), (iv) e (v). Disponível em: https://whc.unesco.org/en/list/821.
- Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Patrimônio Material no Maranhão. São Luís e Alcântara. Disponível em: https://www.gov.br/iphan/pt-br/superintendencias/maranhao/patrimonio-material.
- Presidência da República. Lei nº 14.668/2023. Concede a São Luís o título de Capital Nacional do Reggae. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/lei/L14668.htm.
- Biblioteca Digital da Literatura Maranhense — Universidade Federal de Santa Catarina / Universidade Estadual do Maranhão. Acervo. Obras e autores maranhenses. Disponível em: https://literaturamaranhense.ufsc.br/.
Questões anteriores
- Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos. Prefeitura Municipal de São Luís/MA — Professor Nível Superior/PNS-A — Geografia, 2017, questão 62. Prova oficial: https://cdn.cebraspe.org.br/concursos/pref_saoluis_16/arquivos/287_prefsaoluis_007_01.pdf. Gabarito definitivo: https://cdn.cebraspe.org.br/concursos/PREF_SAOLUIS_16/arquivos/Gab_Definitivo_287_PREFSAOLUIS_007_01.pdf.
- Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos. Prefeitura Municipal de São Luís/MA — Professor Nível Superior/PNS-A — Arte, 2017, questão 44. Prova oficial: https://cdn.cebraspe.org.br/concursos/PREF_SAOLUIS_16/arquivos/287_PREFSAOLUIS_002_01.pdf. Gabarito definitivo: https://cdn.cebraspe.org.br/concursos/PREF_SAOLUIS_16/arquivos/Gab_Definitivo_287_PREFSAOLUIS_002_01.pdf.
Proveniência do reaproveitamento
- Origem parcial:
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As duas origens canônicas permanecem compartilhadas pelos consumidores do TCE-MA. A unidade da PC-MA é física e local porque combina duas origens em um recorte único dos itens 13–15 e exclui alterações conjunturais posteriores ao corte de 13 de julho de 2026.