6. Classes nominais de palavras

Emprego contextual de substantivos, artigos, adjetivos, numerais e pronomes, com flexões e formas multifuncionais.

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6. Classes nominais de palavras

A classe está na palavra isolada ou no emprego?

Considere o exemplo hipotético:

As duas novas servidoras entregaram seus relatórios à chefia.

Antes de decorar nomes, observe o trabalho de cada palavra. Servidoras nomeia os seres de que se fala: é substantivo. As determina esse nome: é artigo. Novas atribui característica: é adjetivo. Duas quantifica de modo exato: é numeral. Seus situa os relatórios numa relação de posse: é pronome.

Essas cinco classes aparecem com frequência dentro de um sintagma nominal, isto é, um grupo cujo núcleo é um nome ou uma palavra que funciona como nome. A prova, porém, costuma trocar o contexto para fazer a mesma forma mudar de classe ou de sentido.

Compare:

O relatório chegou.
Quero o que chegou primeiro.
Li um relatório.
Li um, não dois.
As servidoras ficaram meio cansadas.
Esperei meia hora.

No primeiro trecho, o é artigo; no segundo, funciona como pronome demonstrativo, equivalente a aquele. Em um relatório, um pode apenas introduzir um exemplar ainda não identificado; em um, não dois, a oposição numérica torna explícito o valor de numeral. Meio é advérbio em meio cansadas, portanto não varia; meia é numeral em meia hora.

A regra central deste assunto é: classe, função sintática e sentido são perguntas diferentes. A classe descreve que tipo de palavra está empregado; a função descreve sua relação na oração; o sentido depende da construção concreta.

1. Substantivo: transformar algo em objeto de discurso

O substantivo nomeia pessoas, animais, lugares, objetos, instituições, ações, estados, qualidades e conceitos. Por isso, não é seguro defini-lo apenas como “nome de coisa”.

Compare:

A comissão analisou o processo.
A análise do processo terminou.

Analisou apresenta o processo como verbo; análise o transforma em entidade sobre a qual podemos dizer algo. Esse mecanismo ajuda a reconhecer substantivos formados a partir de outras palavras.

1.1 Classificações respondem a perguntas diferentes

As classificações tradicionais não são gavetas concorrentes; cada par usa um critério próprio.

CritérioContrasteExemplo
abrangênciacomum × própriocidade × São Luís
existência independente no recorte tradicionalconcreto × abstratoservidora × coragem
composiçãosimples × compostoguarda × guarda-chuva
formaçãoprimitivo × derivadopedra × pedreiro
número de seres nomeados no singularindividual × coletivoagente × equipe

Um substantivo pode pertencer simultaneamente a vários grupos. Pedreiro, por exemplo, é comum, concreto, simples e derivado. Não procure uma única etiqueta que substitua todas as outras.

A oposição concreto × abstrato merece cuidado. Na tradição escolar, substantivos como coragem, viagem, análise e espera nomeiam qualidades, estados ou processos concebidos como dependentes de seres ou situações; pessoa, mesa, cidade e personagens imaginários são tratados como concretos. “Concreto” não significa necessariamente “material” nem “verdadeiro”.

1.2 Gênero: a forma não revela sempre o sexo do referente

Há substantivos com duas formas, como aluno/aluna, e outros em que o gênero gramatical não varia do mesmo modo.

  • comum de dois gêneros: a forma é a mesma, mas determinantes mostram o gênero — o/a estudante, este/esta colega;
  • sobrecomum: há um só gênero gramatical para referentes de sexos diferentes — a vítima, a pessoa;
  • epiceno: nome de animal com gênero fixo; quando necessário, acrescenta-se macho ou fêmea — a cobra macho, a cobra fêmea.

Não crie feminino por analogia sem verificar a forma registrada. Quando houver dúvida lexical concreta, o VOLP é referência de registro ortográfico; a questão pode cobrar forma dicionarizada, não uma regra produtiva.

1.3 Número e compostos: descubra a estrutura antes de flexionar

Nos substantivos simples, o plural costuma ser previsível: relatório/relatórios, papel/papéis, cidadão/cidadãos. Nos compostos, é preciso entender a relação entre os elementos.

Alguns padrões frequentes:

  • substantivo + adjetivo: guardas-civis;
  • numeral + substantivo: segundas-feiras;
  • verbo + substantivo: guarda-chuvas, beija-flores;
  • repetição ou estrutura em que o primeiro elemento fica invariável em certos usos: corre-corres, quebra-quebras.

Há formas lexicalizadas e oscilações normativas; não tente resolver todo composto por uma única fórmula. Este capítulo ensina o mecanismo necessário para reconhecer a classe e a flexão; a grafia registrada continua sendo decisiva para casos específicos.

1.4 Grau não mede apenas tamanho físico

Diminutivos e aumentativos podem expressar dimensão, intensidade, avaliação ou afeto:

casinha pode indicar casa pequena ou tom afetivo;
problemão pode realçar a gravidade do problema.

Por isso, a identificação morfológica não encerra a interpretação do efeito de sentido.

2. Artigo: identificar, delimitar e substantivar

O artigo acompanha um substantivo e o apresenta como definido ou indefinido.

Uma testemunha chegou. A testemunha entregou o documento.

Na primeira menção, uma introduz um referente ainda não identificado pelo leitor. Na retomada, a trata a testemunha como identificável no contexto. Isso é tendência discursiva, não regra mecânica: artigos definidos também podem generalizar.

O investigador deve registrar corretamente as diligências.

Nesse tipo de enunciado, o investigador pode representar a classe em geral, e não um indivíduo previamente conhecido.

2.1 O artigo pode transformar outra expressão em nome

Compare:

O relatório está correto.
Precisamos distinguir o correto do incorreto.

No primeiro caso, correto é adjetivo. No segundo, o artigo permite que a expressão funcione como nome: ocorre substantivação, mudança de funcionamento sem que seja necessário inventar um novo substantivo lexical.

O mesmo ocorre em o sim, o não, os porquês e o estudar, conforme o contexto.

2.2 Artigo, preposição e crase

O artigo pode aparecer unido a preposição: de + o = do, em + a = na, por + os = pelos. Em dos relatórios, quem flexiona em plural é o artigo os; a preposição de permanece invariável.

Na sequência a + a, a fusão pode ser marcada pelo acento grave: à. Aqui basta reconhecer que um dos a pode ser artigo. As condições de crase pertencem ao assunto próprio.

3. Adjetivo: caracterizar e classificar

O adjetivo atribui propriedade, estado, avaliação ou classificação a um substantivo.

relatório claro
relatório policial

Claro admite naturalmente intensidade: muito claro, claríssimo. É um adjetivo qualificativo. Policial, em relatório policial, relaciona o nome a uma área ou instituição e tende a funcionar como relacional; não é natural dizer muito policial com o mesmo sentido classificatório.

Essa distinção ajuda em questões de posição e grau, mas não deve ser aplicada fora do contexto. Uma mesma forma pode assumir leitura avaliativa em outro emprego.

3.1 A posição pode alterar o sentido

Compare:

um grande investigador
um investigador grande

A primeira ordem favorece a leitura avaliativa de excelência; a segunda, a leitura de dimensão física. O mesmo contraste aparece em pares como velho amigo/amigo velho, conforme o contexto.

Nem toda inversão muda o sentido de maneira relevante. A prova pode justamente perguntar quando a posição é significativa; teste a paráfrase completa, não apenas a regra “antes = figurado”.

3.2 Locução adjetiva

Um conjunto de palavras pode caracterizar um substantivo:

relatório de perícia
atendimento de urgência

Essas expressões têm valor adjetivo porque caracterizam um nome. Nem toda expressão iniciada por preposição é, por isso, locução adjetiva: é preciso verificar a que elemento ela se liga e que função desempenha.

3.3 Flexão e concordância

O adjetivo tende a acompanhar o substantivo em gênero e número:

relatório completo; provas completas.

Nos compostos, a estrutura importa. Em muitos adjetivos compostos, apenas o último elemento varia: medidas político-administrativas. Há, porém, formas invariáveis e exceções lexicalizadas. O objetivo aqui é reconhecer a classe e o princípio de concordância; os casos de concordância nominal serão aprofundados em unidade própria.

3.4 Grau: comparação e intensidade

O comparativo estabelece relação entre termos:

  • superioridade: mais claro que;
  • igualdade: tão claro quanto;
  • inferioridade: menos claro que.

O superlativo intensifica sem criar necessariamente uma comparação explícita: muito claro é analítico; claríssimo, sintético. Há comparativos e superlativos irregulares consagrados, como melhor, pior, maior, menor, ótimo e péssimo.

4. Numeral: quantidade, ordem, multiplicação e fração

O numeral expressa quantidade exata ou uma relação numérica definida.

TipoPerguntaExemplo
cardinalquantos?dois relatórios
ordinalem que posição?segundo relatório
multiplicativoquantas vezes?dobro do valor
fracionárioque parte?um terço do total

Ambos/ambas corresponde a “os dois/as duas” e varia em gênero. Milhão, bilhão e semelhantes funcionam como substantivos numerais e recebem plural: dois milhões. Mil normalmente permanece invariável como numeral: dois mil documentos.

4.1 Um pode ser artigo ou numeral

Recebi um relatório pela manhã.
Recebi um, não dois.

No primeiro exemplo, sem contraste, um pode funcionar como artigo indefinido que introduz um referente. No segundo, a oposição com dois torna inequívoca a contagem: numeral cardinal.

Não decida apenas pela forma gráfica; examine se o trecho destaca indefinição ou quantidade.

4.2 Meio: numeral ou advérbio

Esperei meia hora.
As servidoras estavam meio cansadas.

Meia equivale a metade de uma unidade: é numeral e concorda com hora. Meio equivale a um pouco e intensifica o adjetivo cansadas: é advérbio e fica invariável. O contraste é importante porque a mesma palavra lexical pode entrar em classes distintas.

5. Pronome: apontar, retomar, perguntar e indefinir

O pronome pode acompanhar um substantivo ou ocupar a posição de um grupo nominal.

Esta diligência terminou.
Esta terminou.

No primeiro caso, o demonstrativo acompanha diligência; no segundo, substitui o grupo nominal. A tradição chama esses empregos, respectivamente, de pronome adjetivo e pronome substantivo. Isso descreve o funcionamento dentro do grupo, não cria duas novas classes.

5.1 Pessoais: quem participa do discurso

Os pronomes pessoais organizam as pessoas do discurso. Formas retas costumam exercer função de sujeito: eu, tu, ele/ela, nós, vós, eles/elas. Formas oblíquas aparecem como complementos ou em outras posições: me, te, se, o, a, lhe, nos, vos, os, as, lhes, além das formas tônicas mim, ti, si.

Compare:

Isto é para eu revisar.
Isto é para mim.

No primeiro, eu é sujeito do infinitivo revisar; no segundo, mim completa a preposição e não exerce sujeito de verbo. A fórmula “depois de preposição usa-se mim” falha justamente quando há um infinitivo com sujeito próprio.

Se, si e consigo podem ter valor reflexivo quando o referente pratica e recebe a ação: a investigadora feriu-se. Também podem participar de outros mecanismos gramaticais; seus valores sintáticos serão retomados no estudo do verbo e da estrutura do período.

5.2 Tratamento: sentido de interlocutor, concordância de terceira pessoa

Formas de tratamento dirigem-se ao interlocutor, mas exigem concordância gramatical de terceira pessoa:

Vossa Senhoria encaminhará seu relatório.

O possessivo de terceira pessoa pode gerar ambiguidade. Se seu relatório puder pertencer a mais de um referente, a repetição controlada resolve: o relatório da servidora.

5.3 Possessivos: relação, não apenas propriedade material

Meu, teu, seu, nosso e formas correspondentes podem expressar posse, parentesco, pertencimento, autoria, hábito, aproximação ou deferência:

minha irmã; nosso setor; seus cinquenta anos; Minha senhora.

Por isso, “possessivo” nomeia a classe tradicional, não garante propriedade material literal em todo emprego.

5.4 Demonstrativos: posição no discurso e no texto

Este, esse, aquele e formas relacionadas podem apontar para espaço, tempo ou partes do próprio texto. Também existem empregos demonstrativos de o, a, os, as antes de que ou de:

Escolhi a que estava completa.
Isso é o que importa.

Nesses contextos, a e o equivalem a aquela e aquilo, respectivamente; que introduz a oração que especifica o referente.

No texto, um demonstrativo pode retomar algo anterior — anáfora — ou anunciar conteúdo posterior — catáfora. Esses mecanismos foram estudados na unidade de coesão; aqui, o foco é reconhecer o demonstrativo como classe e interpretar seu referente concreto.

5.5 Indefinidos e interrogativos

Pronomes indefinidos apresentam seres ou quantidades de modo não identificado ou não exato:

alguém, ninguém, algum, nenhum, todo, cada, muito, pouco, bastante.

A classe depende do emprego. Em bastantes motivos, bastantes acompanha um substantivo e indica quantidade imprecisa; em trabalharam bastante, a palavra modifica o verbo e é advérbio.

Pronomes interrogativos introduzem perguntas diretas ou indiretas:

Qual documento falta?
Não sei qual documento falta.

Que, quem, qual e quanto podem ter valor interrogativo conforme a pergunta construída.

5.6 Relativos: retomar e conectar

Pronomes relativos retomam um antecedente e introduzem uma oração que se relaciona a ele:

o relatório que chegou
o procedimento ao qual a equipe aderiu
a empresa cujo contrato foi rescindido
o local onde ocorreu a diligência

A preposição antes do relativo depende da regência da construção: aderir a → ao qual. Cujo expressa relação de posse, concorda com o nome seguinte e não admite artigo imediatamente depois. Onde retoma lugar; aonde, na norma-padrão, combina a ideia de lugar com preposição a exigida por construções de movimento, como ir a.

A sintaxe completa das orações relativas pertence à subordinação; aqui, é suficiente reconhecer a classe, o antecedente e a forma exigida pela construção.

6. Formas multifuncionais: o contexto decide

Algumas formas aparecem em provas justamente porque mudam de classe:

FormaEmprego 1Emprego 2
o/a/os/asartigo: o relatóriodemonstrativo: o que chegou
um/umaartigo: uma testemunha chegounumeral: uma, não duas
meionumeral: meia horaadvérbio: meio cansada
bastanteindefinido: bastantes provasadvérbio: estudou bastante
brasileirosubstantivo: o brasileiroadjetivo: cidadão brasileiro
certoindefinido: certo diaadjetivo: dia certo

O procedimento de prova é sempre o mesmo: identifique o que a palavra acompanha ou substitui, veja se há flexão, observe o sentido produzido e só então nomeie a classe.

7. Método de resolução

  1. Localize o núcleo nominal. Descubra de que nome o trecho está falando.
  2. Veja quem nomeia, determina, caracteriza, quantifica ou retoma. Isso separa as cinco classes centrais.
  3. Troque o contexto. Teste paráfrases: o = aquilo?, meio = um pouco?, um = um exemplar ou quantidade?.
  4. Observe a flexão. Gênero e número ajudam, mas não bastam sozinhos.
  5. Separe classe de função. Um substantivo pode ser sujeito, objeto ou predicativo sem deixar de ser substantivo.
  6. Cheque a relação referencial. Pronomes exigem antecedente, situação ou pergunta compatível.
  7. Na reescrita, confira o sentido final. Troca de posição ou determinante pode alterar referência, avaliação ou quantidade.

Fronteiras deste assunto

Esta unidade cobre o item 5.1 do edital apenas no recorte de substantivo, artigo, adjetivo, numeral e pronome. Verbo é tratado na U007; advérbio, preposição, conjunção e interjeição, na U008. Tempos e modos verbais pertencem à U005. Concordância, regência, crase, colocação pronominal e subordinação aparecem aqui somente como pontes mínimas para que o emprego das classes seja compreensível; cada mecanismo terá estudo próprio.

Referências
  • CENTRO BRASILEIRO DE PESQUISA EM AVALIAÇÃO E SELEÇÃO E DE PROMOÇÃO DE EVENTOS. Polícia Civil do Estado do Maranhão — Oficial Investigador de Polícia — Edital nº 1. Programa de Língua Portuguesa, item 5.1 — emprego das classes de palavras. Disponível no edital oficial. Acesso em: 11 set. 2026.
  • BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. NGB — Nomenclatura Gramatical Brasileira. Portaria nº 36, de 28 de janeiro de 1959. Disponível na reprodução da Universidade Federal do Paraná. Terminologia de substantivo, artigo, adjetivo, numeral, pronome e flexões. Acesso em: 11 set. 2026.
  • LEXIKON EDITORA DIGITAL. Gramática Básica da Língua Portuguesa. Classificação dos substantivos e flexões do substantivo. Critérios de classificação, gênero, número e compostos. Acesso em: 11 set. 2026.
  • LEXIKON EDITORA DIGITAL. Gramática Básica da Língua Portuguesa. Valores do artigo e emprego do artigo indefinido. Determinação, indefinição e substantivação. Acesso em: 11 set. 2026.
  • LEXIKON EDITORA DIGITAL. Gramática Básica da Língua Portuguesa. Flexões dos adjetivos e gradação dos adjetivos. Flexão, comparação e superlativo. Acesso em: 11 set. 2026.
  • LEXIKON EDITORA DIGITAL. Gramática Básica da Língua Portuguesa. Pronomes pessoais, pronomes de tratamento, possessivos, demonstrativos, relativos e indefinidos. Formas, referência e emprego contextual. Acesso em: 11 set. 2026.
  • LEXIKON EDITORA DIGITAL. Gramática Básica da Língua Portuguesa. Espécies de numerais e flexões dos numerais. Cardinais, ordinais, multiplicativos, fracionários e formas flexionadas. Acesso em: 11 set. 2026.
  • ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. VOLP — Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, edição digital. Disponível no portal da Academia Brasileira de Letras. Consulta de grafia, gênero e registro lexical. Acesso em: 11 set. 2026.
  • VIEIRA, Caio Aguiar; AVELAR, Maíra. A classe gramatical substantivo sob a ótica das gramáticas normativas, científicas e pedagógicas. Língu@ Nostr@, v. 5, n. 1, p. 70–84, 2017. Disponível na página do artigo. Fundamenta o cuidado com definições isoladas e a análise contextual da substantivação. Acesso em: 11 set. 2026.
  • CENTRO DE SELEÇÃO E DE PROMOÇÃO DE EVENTOS. Supremo Tribunal Federal — Cargo 8, Revisão de Texto — 2013, item 55. Caderno oficial e gabarito definitivo. Item 55: gabarito errado. Fonte primária da adaptação q280. Acesso em: 11 set. 2026.
  • FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS. Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes — Professor 2, Língua Portuguesa — 2023, Tipo 4, questão 56. Caderno oficial e gabarito definitivo. Gabarito D no Tipo 4. Fonte primária da adaptação q287. Acesso em: 11 set. 2026.
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