6. Regressão linear e técnicas de amostragem

Regressão linear, mínimos quadrados, máxima verossimilhança, inferência, análise de variância, resíduos, planos de amostragem e tamanho amostral.

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Regressão linear e técnicas de amostragem

Esta unidade fecha Estatística com duas perguntas práticas:

  1. como representar e avaliar uma relação linear entre variáveis?
  2. como escolher observações de uma população de modo que a inferência tenha base probabilística e precisão planejada?

O mapa é:

dados → modelo linear → ajuste → inferência → diagnóstico
população → plano amostral → seleção → estimador → precisão

Regressão não substitui desenho amostral, e desenho amostral não corrige um modelo mal especificado. Cada parte controla uma fonte diferente de incerteza.

1. O modelo de regressão linear simples

Considere uma variável resposta (Y) e uma variável explicativa (X). O modelo linear simples é

[ Y_i=\beta_0+\beta_1x_i+\varepsilon_i, ]

em que:

  • (\beta_0) é o intercepto;
  • (\beta_1) é a inclinação;
  • (\varepsilon_i) é o erro aleatório;
  • (x_i) é o valor observado ou fixado da variável explicativa.

A média condicional da resposta é

[ E(Y_i\mid x_i)=\beta_0+\beta_1x_i. ]

A inclinação responde:

quanto a média de (Y) muda, no modelo, quando (X) aumenta uma unidade?

Se (\beta_1=-2), o modelo associa um aumento de uma unidade em (X) a uma redução média de 2 unidades em (Y).

Isso é interpretação associativa do modelo. Regressão, por si só, não prova causalidade.

2. Erro verdadeiro e resíduo observado

O erro verdadeiro é

[ \varepsilon_i

Y_i-E(Y_i\mid x_i). ]

Ele depende da relação populacional desconhecida.

Depois de estimar a reta,

[ \hat Y_i=b_0+b_1x_i, ]

calculamos o resíduo:

[ e_i=y_i-\hat y_i. ]

O resíduo é a diferença entre o valor observado e o valor previsto pelo modelo ajustado. Ele serve como aproximação observável do comportamento dos erros e é central no diagnóstico do modelo.

3. Mínimos quadrados: escolher a reta que reduz os erros ao quadrado

O critério de mínimos quadrados escolhe (b_0) e (b_1) para minimizar

[ \sum_{i=1}^{n}e_i^2

\sum_{i=1}^{n}(y_i-b_0-b_1x_i)^2. ]

Ele minimiza, não maximiza, a soma dos quadrados dos resíduos.

No modelo simples com intercepto,

[ b_1

\frac{\sum (x_i-\bar x)(y_i-\bar y)} {\sum (x_i-\bar x)^2}, ]

e

[ b_0=\bar y-b_1\bar x. ]

A reta de mínimos quadrados passa pelo ponto

[ (\bar x,\bar y). ]

Exemplo hipotético

Suponha que um modelo ajustado seja

[ \hat y=10-0{,}5x. ]

Para (x=8),

[ \hat y=10-0{,}5(8)=6. ]

Se o valor observado for (y=6{,}7), o resíduo é

[ e=6{,}7-6=0{,}7. ]

Resíduo positivo significa que o observado ficou acima da previsão.

4. Máxima verossimilhança no modelo normal

A máxima verossimilhança reaparece agora dentro do modelo de regressão.

Se os erros são independentes e

[ \varepsilon_i\sim N(0,\sigma^2) ]

com variância comum, a verossimilhança é proporcional a

[ (\sigma^2)^{-n/2} \exp\left[ -\frac{1}{2\sigma^2} \sum e_i^2 \right]. ]

Para (\sigma^2) fixada, maximizar essa verossimilhança em relação aos coeficientes equivale a minimizar a soma dos quadrados dos resíduos.

Assim, sob erros normais independentes com variância constante:

mínimos quadrados e máxima verossimilhança produzem os mesmos estimadores dos coeficientes da regressão.

Isso não significa que os critérios sejam conceitualmente idênticos em qualquer modelo. A equivalência decorre da estrutura normal adotada.

5. Modelo de regressão linear múltipla

Quando há várias variáveis explicativas,

[ Y

\beta_0+\beta_1X_1+\cdots+\beta_kX_k+\varepsilon. ]

A interpretação de (\beta_j) muda:

(\beta_j) representa a variação média em (Y) associada ao aumento de uma unidade em (X_j), mantidas constantes as demais variáveis explicativas do modelo.

Esse “mantidas constantes” é essencial. Sem ele, a interpretação de um coeficiente múltiplo fica incompleta.

O modelo continua sendo chamado linear porque é linear nos parâmetros (\beta_0,\ldots,\beta_k). Uma variável explicativa pode aparecer transformada, como (X^2), sem retirar a linearidade nos coeficientes.

6. Hipóteses usuais do modelo linear

Para construir inferência clássica, o modelo costuma assumir:

  1. média condicional correta: [ E(\varepsilon_i\mid X)=0; ]
  2. variância constante dos erros — homocedasticidade: [ \operatorname{Var}(\varepsilon_i\mid X)=\sigma^2; ]
  3. erros independentes ou, conforme o desenho, não correlacionados;
  4. normalidade dos erros para resultados exatos de pequenas amostras em testes e intervalos clássicos;
  5. ausência de combinação linear perfeita entre explicativas no modelo múltiplo.

A normalidade não é o que define a reta de mínimos quadrados. Ela é especialmente importante para a forma exata da inferência clássica em pequenas amostras.

7. Inferência sobre os coeficientes

Depois de estimar um coeficiente (b_j), precisamos medir sua incerteza.

Um teste individual típico é

[ H_0:\beta_j=0 ]

contra uma alternativa apropriada.

A estatística tem a forma

[ t

\frac{b_j-0}{SE(b_j)}, ]

em que (SE(b_j)) é o erro padrão do coeficiente.

No modelo simples com intercepto e hipóteses clássicas, o teste da inclinação usa (n-2) graus de liberdade.

Um intervalo de confiança correspondente tem forma

[ b_j \pm t_{\text{crítico}},SE(b_j). ]

Se o intervalo para (\beta_1) não contém zero, isso corresponde, no procedimento bilateral compatível, à rejeição de (H_0:\beta_1=0) no nível associado.

8. Análise de variância da regressão

A variação total da resposta em torno de sua média pode ser decomposta em:

[ \sum (y_i-\bar y)^2

\sum (\hat y_i-\bar y)^2 + \sum (y_i-\hat y_i)^2. ]

Em palavras:

variação total = variação explicada pela regressão + variação residual.

No modelo linear simples com intercepto:

  • graus de liberdade total: (n-1);
  • regressão: (1);
  • erro: (n-2).

O quadrado médio do erro é

[ MSE

\frac{\sum e_i^2}{n-2}. ]

A estatística de teste global é

[ F

\frac{MS_{\text{regressão}}}{MSE}. ]

No modelo simples, o teste (F) global para existência de relação linear é equivalente ao teste (t) bilateral da inclinação:

[ F=t^2. ]

No modelo múltiplo, o teste global costuma confrontar

[ H_0:\beta_1=\cdots=\beta_k=0 ]

contra a alternativa de que pelo menos um coeficiente angular é diferente de zero.

9. Coeficiente de determinação

O coeficiente de determinação é

[ R^2

1- \frac{\sum e_i^2} {\sum (y_i-\bar y)^2}. ]

Com intercepto, ele mede a fração da variação amostral de (Y) contabilizada pelo modelo linear ajustado.

Se

[ R^2=0{,}80, ]

o ajuste contabiliza 80% da variação observada de (Y) em torno de sua média, no conjunto usado.

Isso não significa automaticamente:

  • causalidade;
  • boa previsão fora da faixa observada;
  • ausência de viés;
  • modelo corretamente especificado.

Um (R^2) alto pode coexistir com resíduos problemáticos.

10. Resíduos: o diagnóstico vem depois do ajuste

Um bom ajuste numérico não basta. Precisamos perguntar se os resíduos são compatíveis com as hipóteses do modelo.

10.1 O que esperamos

Em um gráfico de resíduos contra valores ajustados ou contra uma explicativa, buscamos, em linhas gerais:

  • pontos espalhados em torno de zero;
  • ausência de curva sistemática;
  • dispersão aproximadamente constante;
  • ausência de padrões de dependência;
  • poucos pontos extremos ou excessivamente influentes.

10.2 Curvatura

Se os resíduos desenham uma curva, a relação média pode não ser adequadamente linear.

A questão não é “a nuvem está em torno da reta estimada”. No gráfico de resíduos, a referência é zero.

10.3 Forma de funil

Se a dispersão dos resíduos aumenta ou diminui com o nível ajustado, há indício de variância não constante, também chamada heterocedasticidade.

Isso viola a hipótese de variância comum e pode comprometer erros padrão e testes usuais.

10.4 Dependência

Sequências longas de resíduos positivos e negativos, ciclos ou padrões ordenados no tempo podem indicar dependência entre erros.

10.5 Normalidade

Um gráfico de quantis normais ou outros diagnósticos podem avaliar se a distribuição dos resíduos é compatível com a normalidade necessária a certos procedimentos inferenciais.

11. Média prevista e observação nova não têm a mesma incerteza

Para um valor (x_0), há duas perguntas:

  1. qual é a média da resposta quando (X=x_0)?
  2. qual será uma nova observação individual de (Y) quando (X=x_0)?

O intervalo de previsão para uma nova observação é mais largo que o intervalo de confiança para a resposta média no mesmo (x_0), porque inclui:

  • incerteza na posição da reta;
  • variabilidade individual ao redor da reta.

12. Da modelagem para o desenho amostral

Até aqui, tratamos do que fazer depois que os dados existem.

Agora a pergunta é anterior:

como selecionar os elementos que formarão a amostra?

Um plano probabilístico dá a cada unidade uma regra conhecida de seleção e permite conectar a amostra à população-alvo.

Os quatro planos do edital têm mecanismos diferentes.

13. Amostragem aleatória simples

Na amostragem aleatória simples sem reposição, uma amostra de tamanho (n) é selecionada de uma população de tamanho (N) de modo que as amostras possíveis de mesmo tamanho tenham a mesma probabilidade.

Isso implica probabilidades de inclusão iguais para os elementos.

Exemplo hipotético: numerar (N=2.000) registros e sortear aleatoriamente (n=200) números distintos.

Vantagens:

  • mecanismo simples;
  • estimadores diretos;
  • boa referência para comparação com outros planos.

Limitações:

  • exige uma lista adequada dos elementos;
  • pode ser cara quando a população está geograficamente dispersa;
  • ignora informação auxiliar que poderia aumentar precisão.

14. Amostragem estratificada

Primeiro dividimos a população em estratos: grupos que não se sobrepõem e que, juntos, cobrem a população.

Depois selecionamos uma amostra dentro de cada estrato.

Exemplo hipotético: separar servidores por região e sortear pessoas em todas as regiões.

Se (N_h) é o tamanho do estrato (h) e (N) é o total, o peso populacional do estrato é

[ W_h=\frac{N_h}{N}. ]

Uma média estratificada pode ser estimada por

[ \bar y_{st}

\sum_h W_h\bar y_h. ]

Alocação proporcional

Se o tamanho total da amostra é (n), uma escolha simples é

[ n_h

n\frac{N_h}{N}. ]

A estratificação tende a ajudar quando os estratos são internamente homogêneos para a variável de interesse e diferem entre si. Ela não é automaticamente superior se a variável usada para formar os estratos pouco se relaciona com o que se pretende medir.

15. Amostragem sistemática

Ordene as unidades, escolha um início aleatório e depois selecione unidades em intervalos regulares.

Se a razão de amostragem é aproximadamente (1/k), uma amostra pode ser formada por:

[ r,\ r+k,\ r+2k,\ldots ]

com início aleatório (r) entre (1) e (k).

Exemplo: sortear um número de 1 a 10 e, a partir dele, selecionar cada décima unidade.

Vantagem: simplicidade operacional.

Risco: se a ordenação da população tiver uma periodicidade alinhada com (k), o plano pode produzir uma amostra ruim.

Amostragem sistemática não significa “pegar os primeiros (n)” nem “selecionar qualquer sequência regular sem início aleatório”.

16. Amostragem por conglomerados

Agora a população é dividida em conglomerados, que são grupos naturais de unidades: quarteirões, escolas, equipes, domicílios por setor, por exemplo.

Selecionamos alguns conglomerados e observamos:

  • todas as unidades dentro deles, em um desenho de um estágio; ou
  • uma subamostra dentro dos conglomerados selecionados, em desenho de múltiplos estágios.

A lógica é diferente da estratificação:

EstratificadaPor conglomerados
amostra unidades em todos os estratosseleciona alguns conglomerados
quer garantir representação dos estratosquer reduzir custo/logística
estratos bons tendem a ser internamente homogêneosconglomerados úteis costumam reunir unidades próximas e podem ser internamente parecidas

Se unidades dentro do mesmo conglomerado são muito semelhantes, a informação adicional de observar várias delas pode ser menor que na amostragem aleatória simples. Por isso, conglomerados podem aumentar a variância para o mesmo número de elementos, embora reduzam custo.

Não é correto afirmar que o tamanho necessário sempre será maior: isso depende da correlação dentro dos conglomerados, do estimador, do custo e do critério de precisão.

17. Estratificada × conglomerados: a distinção que mais cai

Use a pergunta:

eu seleciono elementos em todos os grupos ou seleciono só alguns grupos?

  • em estratificação, seleciono elementos em todos os estratos;
  • em conglomerados, seleciono alguns conglomerados.

Um plano pode combinar as duas ideias em estágios diferentes, mas a distinção conceitual permanece.

18. Tamanho amostral: precisão planejada

Não existe um tamanho amostral universal.

Ele depende de:

  • nível de confiança;
  • margem de erro desejada;
  • variabilidade da população;
  • parâmetro de interesse;
  • plano amostral;
  • tamanho da população quando a correção finita é relevante;
  • perdas, não resposta e restrições de custo.

19. Tamanho para estimar uma média

Em uma amostragem aleatória simples de população grande, se o desvio padrão populacional (\sigma) é conhecido ou planejado e queremos margem de erro (e) para um intervalo normal bilateral de nível (1-\alpha),

[ n_0

\left( \frac{z_{1-\alpha/2}\sigma}{e} \right)^2. ]

O resultado é arredondado para cima.

Relações:

  • confiança maior → (z) maior → (n) maior;
  • variabilidade maior → (n) maior;
  • margem de erro menor → (n) cresce com (1/e^2).

Reduzir a margem de erro pela metade, mantendo o resto fixo, multiplica aproximadamente (n) por 4.

20. Tamanho para estimar uma proporção

Para população grande, a aproximação usual é

[ n_0

\frac{ z_{1-\alpha/2}^2 p^*(1-p^*) }{e^2}, ]

em que (p^*) é uma estimativa de planejamento para a proporção.

Se não há informação prévia, usa-se frequentemente

[ p^*=0{,}5, ]

porque o produto

[ p(1-p) ]

é máximo em (0{,}5).

Assim, essa escolha é conservadora em relação à variabilidade da proporção.

Exemplo hipotético

Para 95% de confiança, (z=1{,}96), (e=0{,}05) e (p^*=0{,}5):

[ n_0

\frac{1{,}96^2(0{,}5)(0{,}5)}{0{,}05^2} \approx 384{,}16. ]

Arredondamos para

[ n=385. ]

21. Correção para população finita

Quando a população tem tamanho finito (N) e a amostragem é sem reposição, uma forma usual de ajustar o tamanho calculado (n_0) é

[ n

\frac{Nn_0} {N-1+n_0}. ]

O ajuste reduz o tamanho necessário quando a fração amostral é relevante.

A mesma ideia aparece na variância da média sob amostragem aleatória simples sem reposição por meio do fator

[ 1-\frac{n}{N}. ]

Em populações muito grandes comparadas à amostra, a correção é pequena.

22. Planos complexos mudam a conta

As fórmulas simples das seções anteriores são referências para planejamento sob amostragem aleatória simples.

Em planos estratificados, sistemáticos, por conglomerados ou em múltiplos estágios, a precisão depende da estrutura do plano.

Um efeito do plano amostral pode ser pensado como a razão entre:

[ \operatorname{Var}(\text{estimador no plano real}) ]

e

[ \operatorname{Var}(\text{estimador sob amostragem aleatória simples comparável}). ]

Se o plano aumenta a variância, pode ser necessário aumentar (n) para manter a mesma precisão. Se a estratificação for informativa, o plano pode reduzir a variância.

Por isso, não transforme frases como “conglomerados exigem amostra maior” em regra universal.

23. Pegadinhas de alto rendimento

Regressão

  1. Mínimos quadrados maximiza a soma dos quadrados. Não: minimiza.
  2. Inclinação prova causalidade. Não.
  3. No modelo múltiplo, (\beta_j) ignora as demais explicativas. Não: sua interpretação é condicional a mantê-las constantes.
  4. (R^2) alto prova modelo correto. Não.
  5. Resíduo é o erro verdadeiro. Não: é sua contraparte observável após o ajuste.
  6. Gráfico de resíduos deve se alinhar à reta (\hat y=b_0+b_1x). Não: resíduos devem oscilar em torno de zero.
  7. Forma de funil é compatível com variância constante. Não.
  8. Intervalo de previsão para nova observação é mais estreito que o intervalo da média. Em geral, não; ele é mais largo.

Amostragem

  1. Estratificada seleciona apenas alguns estratos. Não: amostra dentro de todos os estratos planejados.
  2. Conglomerados e estratos são sinônimos. Não.
  3. Sistemática dispensa início aleatório. Não.
  4. Amostra aleatória simples é “qualquer amostra feita ao acaso”. Não: há um mecanismo probabilístico específico.
  5. Sem informação sobre (p), não dá para planejar tamanho para proporção. Dá: (p^*=0{,}5) fornece planejamento conservador.
  6. Dobrar a precisão significa dobrar (n). Se “dobrar a precisão” significar reduzir a margem pela metade, o tamanho cresce aproximadamente quatro vezes.
  7. Conglomerados sempre exigem amostra maior. Não: depende do plano e da estrutura de correlação/custo.

24. Fechamento do bloco de Estatística

U050–U055 constroem uma sequência única:

descrever dados → modelar probabilidade → estudar variáveis aleatórias → entender distribuições amostrais → inferir parâmetros → modelar relações e planejar amostras

Em U055, a pergunta final é dupla:

  • o modelo linear descreve adequadamente a relação observada?
  • a amostra foi selecionada e dimensionada de modo compatível com a inferência pretendida?

Essas duas perguntas evitam dois erros comuns: confiar em um modelo sem diagnóstico e confiar em uma amostra sem desenho.

Referências

Referências

Programa e corte

Regressão linear, inferência, análise de variância e resíduos

  • NIST. e-Handbook of Statistical Methods — 4.1.4.1 Linear Least Squares Regression. Modelo linear, critério de mínimos quadrados e papel central do método no ajuste de regressão. https://www.itl.nist.gov/div898/handbook/pmd/section1/pmd141.htm. Consulta editorial: 17 set. 2026.
  • Pennsylvania State University, curso 501 de métodos de regressão. Lesson 1 — Simple Linear Regression. Modelo linear simples, interpretação de coeficientes, mínimos quadrados, coeficiente de determinação e saída de análise de variância. https://online.stat.psu.edu/stat501/Lesson01. Consulta editorial: 17 set. 2026.
  • Pennsylvania State University, curso 501 de métodos de regressão. Lesson 2 — Simple Linear Regression Model Evaluation. Decomposição de somas de quadrados, tabela de análise de variância, teste F global e equivalência com o teste t da inclinação no modelo simples. https://online.stat.psu.edu/stat501/Lesson02. Consulta editorial: 17 set. 2026.
  • Pennsylvania State University, curso 501 de métodos de regressão. Lesson 3 — Estimation and Prediction. Inferência para resposta média e distinção entre intervalo de confiança para a média e intervalo de previsão para nova observação. https://online.stat.psu.edu/stat501/Lesson03. Consulta editorial: 17 set. 2026.
  • Pennsylvania State University, curso 501 de métodos de regressão. Lesson 4 — Model Assumptions and Residual Analysis. Resíduo como diferença entre observado e ajustado; diagnóstico de linearidade, independência, normalidade e variância constante. https://online.stat.psu.edu/stat501/Lesson04. Consulta editorial: 17 set. 2026.

Técnicas de amostragem e tamanho amostral

  • Pennsylvania State University, curso 506 de teoria e métodos de amostragem. Lesson 1 — Estimating Population Mean and Total under Simple Random Sampling. Amostragem probabilística, amostragem aleatória simples e efeito do plano sobre a estimação. https://online.stat.psu.edu/stat506/Lesson01. Consulta editorial: 17 set. 2026.
  • Pennsylvania State University, curso 506 de teoria e métodos de amostragem. Lesson 2 — Confidence Intervals and Sample Size. Tamanho amostral para médias e proporções, margem de erro e escolha conservadora para proporções. https://online.stat.psu.edu/stat506/Lesson02. Consulta editorial: 17 set. 2026.
  • Pennsylvania State University, curso 506. Lesson 6 — Stratified Sampling. Conceito de estratificação, estimação ponderada, alocação e condições em que a estratificação melhora a precisão. https://online.stat.psu.edu/stat506/Lesson06. Consulta editorial: 17 set. 2026.
  • Pennsylvania State University, curso 506. Lesson 7 — Cluster Sampling. Conceito de conglomerado, razões operacionais para seu uso e relação entre custo e variância. https://online.stat.psu.edu/stat506/Lesson07. Consulta editorial: 17 set. 2026.
  • Pennsylvania State University, curso 506. Lesson 8 — Systematic Sampling and Comparison with Cluster Sampling. Seleção sistemática, intervalo de seleção e comparação de precisão entre planos. https://online.stat.psu.edu/stat506/Lesson08. Consulta editorial: 17 set. 2026.

Questões anteriores usadas como base de adaptação

Nota de recorte

  • A unidade cobre integralmente os itens 4 a 5.2 do programa de Estatística.
  • Conceitos gerais de máxima verossimilhança já foram introduzidos em U054; aqui eles são retomados apenas no contexto da regressão normal.
  • Inferência geral e testes de hipóteses permanecem em U054; em U055 aparecem apenas quando necessários para os parâmetros e a adequação do modelo de regressão.
  • As fontes conceituais e os documentos de prova foram reconsultados em 17 set. 2026; isso não desloca o corte programático do edital de 13/7/2026.
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