Reescrita, gêneros e formalidade
Um texto pode ficar mais formal e passar a informar algo diferente. Considere esta mensagem hipotética enviada entre colegas:
Pessoal, a equipe acha que amanhã o portal vai ficar sem acesso por umas duas horas, a partir das oito. Depois a gente avisa.
Trocar por “O portal ficará indisponível amanhã, das 8 às 10 horas” resolve parte da informalidade, mas elimina a fonte da previsão, a incerteza e a duração aproximada. Também deixa de anunciar a próxima informação. A versão parece mais precisa justamente porque afirma mais do que a base permite.
Reescrever para outro público exige duas decisões ligadas: o que o novo leitor precisa compreender ou fazer? O que o texto permite mudar sem distorcer a mensagem? Todos os exemplos desta aula são hipotéticos.
1. O comando define o que pode mudar
Se a tarefa pede apenas maior formalidade com preservação integral dos sentidos, fatos, avaliações relevantes, ressalvas e relações precisam continuar. Se autoriza um resumo para outro público, pode admitir seleção de informações; ainda assim, não autoriza inventar dados nem eliminar uma condição necessária à finalidade do novo texto.
“Retire marcas de informalidade” não significa “retire toda opinião”. “Produza um aviso ao público” não significa “transforme qualquer previsão em certeza”. Antes de substituir palavras, identifique a transformação pedida.
Há três avaliações independentes:
| Critério | O que verificar |
|---|---|
| Fidelidade | A versão conserva as informações e os efeitos exigidos pelo comando? |
| Correção | A construção final atende às convenções gramaticais e ortográficas cobradas? |
| Adequação | O texto funciona para o destinatário, a finalidade e a situação de chegada? |
Um aviso que diga somente “Comunica-se a ocorrência” pode ser gramatical, mas não permite ao público saber qual serviço foi afetado. Já uma versão clara pode ser infiel se acrescentar um horário de retorno que ninguém informou.
2. Reconstrua a situação, não apenas as palavras
A situação comunicativa reúne quem produz o texto, quem o recebe, para quê, por qual meio e com quais conhecimentos compartilhados. Esses elementos explicam por que uma conversa não se converte em aviso público por simples troca de vocabulário.
Na mensagem inicial, colegas talvez saibam qual portal está em discussão e quem integra “a gente”. O público pode não saber. Explicitar essas referências melhora a compreensão se o contexto permitir identificá-las; escrever o nome de um portal ou de uma equipe por adivinhação acrescenta informação.
O gênero textual corresponde a uma forma reconhecível de ação comunicativa: aviso comunica uma ocorrência ou orientação; ata registra uma reunião; requerimento apresenta um pedido; relatório organiza o registro e a análise de uma atividade. O gênero envolve finalidade, composição e escolhas de linguagem, não apenas o título.
O tipo ou sequência textual é a organização interna: narrar encadeia acontecimentos; descrever apresenta características; expor explica ou informa; argumentar sustenta uma posição. A injunção orienta a ação do destinatário. Um relatório pode narrar etapas e explicar resultados; transformá-lo em aviso não obriga a eliminar toda exposição.
O suporte é o meio de apresentação e circulação, como papel, mural, portal ou aplicativo. Mudar do mural para o portal pode conservar o gênero aviso. Já converter um registro interno em orientação ao usuário pode mudar a finalidade mesmo que ambos permaneçam no mesmo portal.
Produzir um novo texto a partir de uma base, reconstruindo seu propósito ou gênero, é uma retextualização. Ela pode envolver cortes, reordenação e explicações; não é necessariamente um resumo. Na distinção didática, revisar aperfeiçoa o mesmo texto sem mudar seu propósito. O edital usa “reescrita” em sentido amplo: siga a operação indicada no comando.
3. Formalidade é uma escolha de uso
O registro é o conjunto de escolhas linguísticas ajustadas à situação, incluindo o grau de formalidade. Não há só dois blocos fixos: uma conversa familiar, uma mensagem profissional cotidiana e uma comunicação oficial podem pedir graus diferentes de monitoramento e cerimônia.
No registro informal ou coloquial, são frequentes marcas de proximidade, reduções e expressões cotidianas. No formal, há maior cuidado com as convenções da situação. A norma-padrão é o modelo de regras usado como referência de correção na escrita formal; conhecê-la não decide, sozinho, o tom de cada interação.
Formalidade, clareza e correção são eixos diferentes. “Nós encaminhará o pedido” não deixa de ter erro porque evita “a gente”. E uma mensagem informal pode apresentar concordância regular e ser compreendida imediatamente. A fala também pode ser formal, como em uma apresentação acadêmica; a escrita pode ser informal, como em um bilhete a um amigo.
O cargo não fixa o registro em todas as situações. Pessoas que trabalham em uma instituição podem conversar como amigas fora dela. Por outro lado, um texto transmitido por aplicativo pode exigir registro formal quando realiza comunicação administrativa.
Compare duas mudanças:
A gente vai analisar o pedido. → Nós vamos analisar o pedido.
A reunião deu ruim. → A reunião apresentou problemas.
A primeira reduz uma marca coloquial e ajusta a concordância, relação de gênero, número ou pessoa entre palavras: “a gente” pede verbo no singular; “nós”, no plural. A segunda substitui uma expressão coloquial por uma formulação mais geral. Se a base detalhar quais problemas ocorreram, uma tarefa de preservação integral também precisa manter esses detalhes.
Gíria é vocabulário associado a grupos ou práticas. Jargão é linguagem própria de uma área de atividade, que pode ser difícil para quem não a conhece. Uma palavra técnica não é informal por ser técnica; uma imagem figurada não é informal só por não ser literal. Julgue o efeito no contexto.
Rótulos como “corrente”, “familiar” e “erudito” variam entre classificações. Se a questão os definir, use as definições fornecidas; não conclua que todo registro familiar contém erro ou que toda linguagem formal precisa ser erudita.
4. Da fala para a escrita: explicitar sem confirmar por conta própria
A fala espontânea pode apoiar-se no ambiente, na entonação e na memória dos participantes. A escrita dirigida a outras pessoas precisa fornecer parte desse contexto. Isso não torna a fala inferior: muda a condição de compreensão.
Retome a mensagem inicial. Suponha agora que ela foi enviada em 13 de setembro, que “a gente” designa a equipe responsável e que o portal é identificável pelo contexto. Uma versão escrita possível é:
Segundo a equipe responsável, há previsão de indisponibilidade de acesso ao portal em 14 de setembro, a partir das 8 horas, por aproximadamente duas horas. A equipe enviará nova informação posteriormente.
“Pessoal” foi retirado, mas “acha” e “umas” não viraram certeza e exatidão: seus valores permaneceram em “há previsão” e “aproximadamente”. “Depois” não virou um horário ou canal específico para a próxima mensagem.
“Hoje”, “amanhã”, “aqui”, “eu” e “isso” dependem de quem comunica, do momento, do lugar ou de uma referência compartilhada. Essa dependência é chamada dêixis. A data do exemplo só pôde ser calculada porque o dia da mensagem foi informado. Sem essa ancoragem, trocar “amanhã” por uma data exata seria invenção.
Hesitações e repetições de planejamento podem ser retiradas quando não cumprem outra função. Não elimine automaticamente toda repetição: ela pode enfatizar uma recusa, corrigir o que foi dito ou manter uma informação importante.
Relatar a fala de outra pessoa
No discurso direto, a fala aparece como fala da própria pessoa: “A diretora declarou: ‘Enviarei hoje’”. No discurso indireto, quem relata incorpora o conteúdo à sua construção: “A diretora declarou que enviaria naquele dia”.
Na segunda versão, contada em outro dia, a diretora deixa de dizer “eu”, o envio continua futuro em relação à declaração e “hoje” recebe a referência do dia original. Se o relato ocorrer no mesmo dia, “hoje” pode continuar adequado. O ajuste depende da perspectiva de quem relata; não é uma lista automática de substituições.
5. Mudar o gênero muda a organização da informação
O leitor de um aviso procura rapidamente saber como será afetado. O de um relatório pode precisar reconstruir etapas, dados e conclusões. Portanto, a mesma base admite organizações diferentes, dentro da autorização da tarefa.
| Destino | Prioridade de composição |
|---|---|
| Aviso ao usuário | Evento, público afetado, período informado e orientação pertinente. |
| Relatório | Atividade ou ocorrência, dados disponíveis, análise e limites da conclusão. |
| Instrução | Ação do destinatário e suas condições, com etapas quando houver sequência. |
| Notícia informativa | Fato e contexto, com identificação das fontes das declarações. |
Essas prioridades não são formulários universais. Um título informativo ajuda a localizar o assunto, mas não pode anunciar mais do que o corpo sustenta. “Retorno garantido às 10 horas” seria um título infiel para a previsão aproximada do exemplo.
De informação para orientação
O acesso ao prédio depende de identificação na portaria.
Identifique-se na portaria para acessar o prédio.
A segunda versão dirige a ação ao leitor e mantém a condição. Ela não acrescenta “apresente documento de identidade”, pois a base não especifica como deve ocorrer a identificação.
O imperativo é uma forma verbal empregada para orientar, pedir ou ordenar. Seu uso não torna uma instrução necessariamente rude. A cortesia depende da comunicação inteira; formulação direta e tratamento respeitoso podem coexistir.
Também é preciso conservar o grau de exigência. “Recomenda-se guardar uma cópia” não autoriza “Guarde obrigatoriamente uma cópia”. Se o objetivo é aconselhar diretamente o usuário, “É recomendável que você guarde uma cópia” mantém a recomendação.
De avaliação para relato informativo
A associação declarou que a medida é excelente e resolverá o problema.
A associação avaliou a medida como excelente e afirmou que ela resolverá o problema.
A segunda versão relata a avaliação e a previsão da associação, sem assumí-las como comprovadas. “A medida resolverá o problema” apagaria a atribuição. “Especialistas confirmaram a eficácia” inventaria outra fonte e outra força de evidência.
Em resumo autorizado, uma avaliação dispensável ao propósito pode ser cortada; em preservação integral dos sentidos, não desaparece só porque é subjetiva. No relatório, distinga igualmente observação, inferência — conclusão extraída de indícios — e recomendação: registrar uma suspeita não demonstra a causa, e recomendar uma investigação não afirma que ela ocorreu.
6. Do técnico ao público: explique o efeito e conserve a precisão
Considere esta base técnica:
A autenticação ficará indisponível durante a atualização. O início de uma nova sessão exige autenticação. As sessões já abertas não serão afetadas.
Autenticação é a verificação da identidade do usuário; sessão, neste exemplo, é o período de interação mantido após o ingresso no sistema. Com esse sentido explicitado, o aviso pode dizer:
Durante a atualização, não será possível iniciar uma nova sessão no sistema. Quem já estiver com uma sessão aberta poderá continuar a utilizá-la.
A versão descreve o efeito no uso e conserva a exceção. “Todo o sistema ficará fora do ar” amplia a interrupção. “O serviço não será afetado” elimina o efeito sobre novos acessos. Nenhuma dessas mudanças é apenas simplificação.
O termo técnico indispensável pode ser mantido e explicado. Se houver equivalente preciso e acessível, ele pode substituí-lo. Não troque um termo definido por expressão vaga nem varie entre nomes que designam coisas diferentes só para evitar repetição.
Em uma tela pequena, antecipar a informação essencial e dividir blocos melhora a leitura. Isso não autoriza ocultar um requisito que o usuário precisa conhecer. Um link para detalhes só atende à tarefa quando a informação delegada pode realmente ficar fora daquele texto.
7. Confira o sentido e a construção final
As expressões que mostram certeza, possibilidade, permissão, obrigação ou avaliação realizam a modalização. “Deve” pode indicar previsão provável ou obrigação; “pode”, possibilidade ou permissão. Formalizar não fortalece automaticamente esses valores.
Preserve também negação, quantidade, tempo, condição e relações. “Nem sempre” não informa a mesma frequência que “quase nunca”; “até 30 de agosto” não equivale a “em agosto” quando o limite precisa continuar explícito. Inserir “portanto” cria uma conclusão que deve ser sustentada, não apenas plausível.
Uma transformação gramatical também pode apagar informação. Em voz ativa, “A equipe examinou o pedido”, a equipe aparece como sujeito e agente da ação. Em voz passiva, “O pedido foi examinado pela equipe”, o pedido passa a sujeito, mas a equipe continua identificada como responsável. “O pedido foi examinado” omite o responsável expresso; a tarefa deve permitir essa perda. A passiva não é requisito automático de formalidade ou de impessoalidade, que na comunicação oficial afasta personalismo indevido ao tratar o assunto em nome do serviço público.
Ao substituir palavras, reconstrua a regência, relação de um verbo ou nome com seus complementos, e a concordância: “assistiu à reunião” pode tornar-se “viu a reunião”, com outra ligação. Os pronomes são palavras que retomam ou apontam pessoas, seres ou ideias, como “me”, “lhe” e “isso”. Quanto à posição de “me”, o padrão formal tradicional admite “Envie-me o arquivo” em início de oração afirmativa, mas a negação pede “Não me envie o arquivo”. Não aplique “pronome sempre depois do verbo” como regra de formalização.
As referências precisam continuar claras. Em “O gerente informou ao servidor que seu cadastro estava bloqueado”, o dono do cadastro pode ser o gerente ou o servidor. Só explicite um deles se o contexto determinar qual. A coesão, ligação linguística entre as partes, deve permitir acompanhar pessoas, objetos e relações; a coerência exige que o conjunto faça sentido na situação. Conectores não corrigem, sozinhos, uma informação contraditória.
O Manual de Redação da Presidência da República associa clareza à compreensão, precisão à expressão exata, concisão à retirada do dispensável e formalidade às convenções e à civilidade da comunicação. Esses atributos se apoiam, mas não são sinônimos. Aqui, servem à comparação de versões; os expedientes e suas regras específicas são aprofundados em Correspondência oficial: linguagem e expedientes.
As bases de leitura e classificação são desenvolvidas em Leitura, interpretação, tipos e gêneros textuais; as trocas lexicais, em Significação e substituição lexical; as transformações sistemáticas da construção, em Reorganização de orações e períodos. As pontes acima permitem aplicar esses controles nesta aula.
Na prova, leia o comando, reconstrua a situação de chegada e compare a base com a versão inteira. O destinatário entende o que ocorreu ou o que precisa fazer? Fonte, grau de certeza e requisitos continuam? Surgiu algum dado que o texto não fornecia? A boa reescrita realiza a mudança autorizada e preserva o que a tarefa exige, sem depender de palavras solenes para parecer adequada.
Recorte: itens 6 e 6.4 de Língua Portuguesa do Cargo 1 — Agente de Perícia Criminal — Generalista. Fontes e limites da consulta estão nas referências.
Referências
Referências — Reescrita, gêneros e formalidade
Programa e alcance
- SECRETARIA DE ESTADO DA ADMINISTRAÇÃO DO MARANHÃO; SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA DO ESTADO DO MARANHÃO; Cebraspe. Edital nº 1 — Perícia Oficial de Natureza Criminal, de 17 de julho de 2026, consolidado até o Edital nº 3, de 29 de setembro de 2026. Documento oficial. Item 21.2.2, Língua Portuguesa, itens 6 e 6.4; páginas 59–60. Releitura dirigida do programa em 4 de outubro de 2026. O item 6 é compartilhado com significação/substituição e reorganização de orações; os expedientes oficiais têm unidade própria.
Matéria linguística. O corte legislativo do edital é 17 de julho de 2026. A consulta não certifica antecipadamente o marco jurisprudencial futuro, calculado em 11 de dezembro de 2026 se mantida a prova provável de 10 de janeiro de 2027. Nenhuma afirmação jurídica ou regra institucional estadual foi introduzida a partir de diploma de outra campanha.
Fundamentos linguísticos
- ROJO, Roxane. Gêneros e tipos textuais. Glossário Ceale, Universidade Federal de Minas Gerais. Verbete. Distinção entre forma de ação comunicativa e organização linguística. Consulta dirigida em 4 de outubro de 2026 aos trechos recuperados da página na busca; a abertura direta apresentou erro. Não se declara leitura integral do verbete ou das obras por ele citadas.
- BENFICA, Maria Flor de Maio Barbosa. Retextualização. Glossário Ceale, Universidade Federal de Minas Gerais. Verbete. Produção de novo texto a partir de uma base, mudança de propósito/gênero e diferença em relação à revisão do mesmo texto. Consulta dirigida em 4 de outubro de 2026 aos trechos recuperados na busca, sem certificação de leitura integral; a abertura direta apresentou erro.
- MARINHO, Janice Helena Chaves; COSTA VAL, Maria da Graça. Variação linguística e ensino: caderno do professor. Belo Horizonte: Ceale, 2006. Coleção Alfabetização e Letramento. Arquivo no portal institucional. Consulta dirigida a trechos da introdução e à seção 3.2, “A variação de registro”, páginas impressas 37–38, em 4 de outubro de 2026. Sustenta adequação situacional e independência entre formalidade e modalidade oral/escrita. Não se certifica a obra inteira.
- BRASIL. Presidência da República. Manual de Redação da Presidência da República, terceira edição, revista, atualizada e ampliada, 2018. Serviço oficial de consulta e cópia institucional do Manual. Consulta dirigida em 4 de outubro de 2026 aos itens 3.1, 3.3, 3.5 e 3.6, páginas impressas 17–21: compreensão e precisão, corte de excesso, impessoalidade, formalidade e civilidade. Usado como apoio à comparação linguística de versões; não se importam formatos de expedientes nem se presume aplicação automática de todas as regras federais a órgão estadual. Não se certifica leitura das 189 páginas.
Questões anteriores adaptadas
- FGV. Secretaria Municipal de Educação de São Paulo — Professor de Educação Infantil e Ensino Fundamental I, Tipo 1 (Branca), prova de 15 de janeiro de 2023. Caderno oficial e gabarito definitivo oficial. Questões 4 e 5, página 3 do caderno; respostas definitivas E e A, respectivamente. Confronto dirigido dos dois itens, suas alternativas e respectivas células de gabarito em 4 de outubro de 2026.
q3839eq3840são adaptações não literais, com enunciados e alternativas reformulados e explicações próprias; não se apresentam como reprodução da prova ou atribuição ao concurso da Perícia.
Proveniência editorial
Pacote local próprio de PER-U018, identidade per-u018, ordem 180, para pericia-ma-2026-agente-criminal-generalista.
- Origem candidata principal:
src/content/biblioteca/lingua-portuguesa/reescrita-generos-formalidade/, com conteúdo no blob0d68ee225f5b9fd873514e20c0ba583c2bbe9a04. Seus consumidores explícitos são os dois cargos do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão; ambos mantêm vínculo e ordem 18. - Comparação integral com os quatro artefatos dos pacotes físicos de mesmo slug da Polícia Civil do Maranhão e da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Maranhão. Não se deduz vínculo por semelhança.
- Reaproveitamento parcial local: preservados mecanismos de adequação, fidelidade, retextualização e registro; reconstruídos percurso e exemplos, cortadas repetições e regras específicas de correspondência, corrigidas condições do resumo e da ancoragem temporal. As questões pertinentes mantêm IDs e origem, com revisão incrementada; duas autorais novas cobrem preservação integral de avaliação e causalidade inventada.
- Biblioteca, vínculos, consumidores anteriores e campanhas doadoras permanecem sem edição. Leituras, caminhos/blobs, itens retirados e limites de consulta são registrados na evidência da unidade.
Inspeção PER-F02 — 12/10/2026
Relidos individualmente C/H, 28 questões com cinco alternativas e suas explicações, além das referências. C/H mantidos. As duas adaptações de prova anterior (q3839 E; q3840 A) não sofreram alteração; a conferência original dos cadernos e gabaritos, de 04/10, permanece histórica, sem declarar leitura integral atual.
Defeito e intervenção: havia concentração de 21 das 28 respostas nas letras B/C e apenas uma na E, esta de prova anterior. Em nove autorais (q3761, q3762, q3767, q3770, q3771, q3787, q3788, q3813, per-u018-q01) trocou-se somente a posição de uma correta com um distrator, acompanhada de correctOptionId e revision +1. Foram ajustadas referências a letras nas explicações de q3770, q3771, q3787, q3788 e per-u018-q01. Enunciados, conjuntos de cinco textos por item, IDs, origin e questões anteriores preservados. questionSetRevision: 7→8; distribuição A3/B9/C12/D3/E1→A6/B6/C6/D5/E5, sem trincas cíclicas ascendentes/descendentes ou iguais. Este documento também recebeu o título de nível 1, antes ausente, para recuperar a hierarquia. Nenhuma expansão da aula, fonte inventada ou modificação de doadores/canônicos.